Um espaço para externar minhas inquietações; bem como escritos e fragmentos de textos que saem de minha mente um tanto quanto desconexa e atribulada; pensamentos e criações ao mesmo tempo coerentes e irregulares.
De tudo um pouco e muito de nada. Um local para suprir minha necessidade de escrita...
Às vezes a melhor maneira de se fazer entender é expondo os sentimentos através das palavras.
Iniciarei dizendo que fiquei alguns dias sem internet e isso causou uma enorme confusão em meus planos de publicar uma avaliação diagnóstica por dia... Porém, hoje estou de volta, trazendo uma avaliação de língua portuguesa, a ser aplicada logo nos primeiros dias de aula, no 3º ano.
As avaliações diagnósticas servem para identificar as características de aprendizagem do aluno e funcionam como norteadoras do trabalho docente. Por meio da avaliação diagnóstica o professor é capaz de identificar quais os conhecimentos prévios que os alunos trazem em sua bagagem e o que precisará ser aprimorado e aperfeiçoado durante o ano letivo.
A avaliação aqui proposta é, num primeiro olhar, simples, porém, as atividades que propus foram pensadas para que você REALMENTE possa identificar quais as dificuldades dos alunos que estará recebendo. Perceba que fiz todos os enunciado em letra 'de imprensa' [algo que, muitas vezes, é uma dificuldade para alguns alunos que chegam no terceiro ano] e, além de fazer questões de múltiplas escolhas, coloquei pequenas interpretações de texto, de maneira que desde este primeiro "contato" a criança vá se familiarizando com as avaliações, tendo em vista que até o segundo ano as únicas avaliações que são aplicadas são aquelas de rendimento.
*Para salvar clique com o botão direito do mouse sobre a imagem desejada e aperte em "Salvar link como..."
Disponibilizo os arquivos em imagem, prontos para impressão e, também, ao final do post, há um link para download do arquivo editável, ou seja, você pode baixar o arquivo e realizar todas as adequações e mudanças que considerar necessárias.
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Clique no link ao lado, faça login na conta de sua preferência [Microsoft ou Facebook] e, em seguida, aperte em BAIXAR [na janela que se abrirá]>>> Avaliação Diagnóstica - 3º Ano - LP
*Peço que, se tiver interesse em utilizá-las e/ou compartilhá-las, utilize o link de compartilhamento do blog para as redes sociais e, por favor, lembre-se de dar os devidos créditos (: **Atividade adaptadas e reformuladas de arquivos encontrados na web.
As últimas semanas foram bem corridas [apesar de serem as
semanas de férias]. Estou me dividindo entre finalizações de um livro para
tentar lançá-lo ainda este ano, revisões e formatações e escritas e reescritas…
enfim, uma loucura! Some tudo isso a um “bloqueio criativo” e a uma pequena
dose de TOC e perfeccionismo, pois é, a fórmula para o desastre. Mas, é apenas
o meu jeitinho mesmo.
Além de tudo isso, estou fazendo o planejamento de uma
viagem. E a ansiedade me arrebata, fazendo com que minha cabeça fique
devaneando de um lado para o outro dos hemisférios da minha mente.
Enfim, apesar de tudo isso, hoje retorno trazendo uma avaliação diagnóstica de matemática para
2º ano.
Sei que apesar de todos estarem de férias [todos, neste
caso, se aplica a professores/diretores/pedagogos], os pensamentos não param e,
exatamente nesta época, faltando poucos dias para o retorno das aulas, é
inevitável pensar sobre o que aplicar e o que fazer para iniciar os trabalhos
com a nova turma que encontrará pela frente. Afinal, como iniciar um trabalho
sem ter ao menos um ponto de partida? E é aí que entram as avaliações diagnósticas. Elas servem para identificar as
características de aprendizagem do aluno e funcionam como norteadoras do
trabalho docente. Por meio da avaliação diagnóstica o professor é capaz de
identificar quais os conhecimentos prévios que os alunos trazem em sua bagagem
e o que precisará ser aprimorado e aperfeiçoado durante o ano letivo.
*Para salvar clique com o botão direito do mouse sobre a imagem desejada e aperte em "Salvar link como..."
Esta é a primeira de uma sequência de avaliações
diagnósticas que compartilharei durante os próximos dias.
Você notará que ela é bem simples, porém, bem abrangente.
Disponibilizo os arquivos em imagem, pronto para impressão e, também, ao final do
post, há um link para download do
arquivo editável, ou seja, você pode
baixar o arquivo e realizar todas as adequações
e mudanças que considerar
necessárias.
Seja bem vindo de volta!
Que dois mil e dezessete seja um ano mais fantástico ainda
do que foi dois mil e dezesseis!
Que o prazer emane a cada atividade trabalhada com as
crianças e que a alegria transborde enquanto os conhecimentos vão sendo
expandidos.
Abraços.
Bom trabalho!
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Sinopse: Um livro sem figuras? O que tem de divertido nisso?
Esse livro não tem nada para ver a não ser palavras.
Palavras que vão obrigar o leitor a fazer caras esquisitas e vozes engraçadas.
Combinando simplicidade e criatividade de uma forma
surpreendentemente engenhosa, O livro sem figuras inspira risadas
toda vez que é aberto, criando uma experiência de diversão e interação entre
adultos e crianças e apresentando às crianças a poderosa ideia de que a palavra
escrita pode ser uma fonte infinita de alegria e travessuras. Um livro original
e divertido capaz de transformar qualquer leitor em um verdadeiro comediante,
que vai fazer as crianças implorarem para ouvir a história repetidas vezes.
Eu amo livros infantis. É sabido.
Especialmente aqueles “diferentões”, que aguçam a curiosidade
e estimulam a criatividade.
Este é o caso de O
Livro Sem Figuras.
B.J. Novak teve uma “sacada” simplesmente GENIAL ao escrever
este livro!
Fugindo dos padrões da literatura infantil, O Livro Sem Figuras, como sugere seu
nome, não possui nenhuma ilustração. Mas, o texto, maravilhoso e completamente
inusitado, faz com que o adulto que lê a história se meta em situações
atrapalhadas e fale palavras absurdas. Essa interação entre adulto e criança,
proposta pelo livro, é simplesmente sensacional! E, afirmo sem dúvida alguma,
proporcionará muitas gargalhadas nos pequenos [e nos grandes também! Sugiro “treinar”
a leitura antes, pois, é muito difícil não cair na risada enquanto está
contando essa história e recebendo as risadas dos pequenos].
Um livro para ser lido em voz alta. Para um, dois, três,
quantos pequenos se aproximarem!
Sem precisar de imagem, desenhos ou muitas firulas, nem
muito menos tentar dar uma lição de moral ou grandes ensinamentos filosóficos; O Livro Sem Figuras tem como única e
exclusiva “função” encantar e mostrar as crianças que LER É DIVERTIDO!
Fique abaixo com a MARAVILHOSA Fafá ‘contando’ O Livro Sem Figuras.
Sinopse: Um obra única, extremamente violenta e
visceral, considerado um clássico moderno, eleito entre os cem romances mais
importantes do século XX, nunca antes editado no Brasil. Narrado em primeira
pessoa, sob o ponto de vista de Frank, a estreia literária do autor escocês
Iain Banks polarizou a crítica e os leitores quando foi publicada, em 1984.
Considerado um dos grandes romances do século XX, o livro evoca tanto O Senhor
das Moscas (1954) como Precisamos Falar sobre Kevin (2003). Fábrica de Vespas
consegue produzir um olhar ao mesmo tempo bizarro, imaginativo, perturbador e
repleto de humor negro sobre o que se passa dentro da mente em formação de um
psicopata. Iain Banks (1954-2013) nasceu e viveu na Escócia. Tornou-se
amplamente conhecido pela controvérsia causada pelo seu primeiro romance,
Fábrica de Vespas, publicado originalmente em 1984. Desde então, foi aclamado
tanto pela crítica como pelos seus leitores por dezenas de obras de ficção e
ficção científica. Foi considerado um dos Melhores Novos Escritores Britânicos
em 1993. O jornal inglês The Times aclamou Iain Banks como “o romancista
britânico mais imaginativo de sua geração” e o Guardian considerou-o “o padrão
pelo qual o restante da ficção científica é julgado”.
Em Fábrica de Vespas, acompanhamos a história de Frank, um
garoto de 16 anos e um tanto quanto diferente dos outros garotos de sua idade.
Frank vive com seu pai num local afastado da cidade [em uma
ilhota], praticamente isolado. A mãe o abandonou quando ele era ainda um bebê e
Eric, seu irmão mais velho [por quem possui uma admiração que beira a devoção]
está internado e em tratamento num hospital psiquiátrico.
O pai de Frank também não é muito convencional. Distante,
nunca esteve muito presente na vida de seu filho, ele, por si só, possui suas
próprias manias [como saber as medidas exatas de coisas banais] e segredos. Dentre
eles, um escritório que vive completamente fechado, impossibilitando que Frank,
aguçado pela curiosidade, pudesse entrar furtivamente no recinto e mexer nas
coisas do pai.
Dono de características e hábitos peculiares, Frank é um
personagem cativante. Excêntrico, talvez. Mas extremamente cativante. Iain Banks,
o autor, foi muito feliz em sua escrita. A cada devaneio e pensamento e atitude
que o personagem vivencia, nós, leitores, vamos mergulhando profundamente nos
confins dessa mente psicótica em formação.
"Uma morte é sempre excitante, sempre faz com que você
perceba quão vivo e vulnerável está, mas quão sortudo é. Mas a morte de alguém
próximo dá uma boa desculpa para que você fique um pouco doido por um tempo, e
faça coisas que de outro modo seriam indesculpáveis. Que maravilha seria agir
feito um alucinado e ainda sim ganhar a simpatia de todos."
[Fábrica de Vespas, pag. 59]
O livro é uma viagem! Das mais fascinantes.
A todo o momento são “jogadas” em nossa face às atitudes
grotescas de Frank e seus pensamentos enquanto comete os atos… e isso é bom
demais! Frank tem como hobby torturar e profanar animais, mutilando-os e
fazendo-os de estaca em seu “Abrigo” e possui um desprezo infinito para com as
pessoas que o cercam [especialmente as mulheres!]
Tendo sofrido um “acidente” quando criança, Frank passa a
lidar com seus desapontamentos e insatisfações de maneira bizarra e até mesmo
violenta. Beirando ao grotesco.
Porém, toda a dinâmica disfuncional muda quando ele recebe a
notícia de que Eric, seu irmão, fugiu do hospital psiquiátrico, deixando Frank mais
atento e ligado nas coisas que estão acontecendo à sua volta.
“Uma história excepcional de horror gótico, macabra,
bizarra e impossível de largar. [...] leitura formidável.”
[Financial Times]
Fábrica de Vespas é um livro sensacional! E é muito difícil
especificar e numerar todas as qualidades do livro sem correr o risco de dar spoilers. Mas, a única coisa que deve
ficar clara: o livro, mesmo se não fosse tão maravilhoso, valeria apenas pelo
seu final! Mindblowing. Apenas.
"Nossas vidas são símbolos. Tudo que fazemos é parte de
um padrão que, pelo menos em parte, decidimos. O forte cria o seu próprio
padrão e influencia o de outras pessoas, o fraco tem seus caminhos traçados por
alguém."
“Ah! Que bom! Daí você me anima,
estou tão triste hoje…”
[...]
Foi assim que fui recebido hoje
na escola e, após o choque inicial por ter uma criança de oito anos dizendo que
está triste demais [algo que é mais fácil perceber do que se escutar], fiquei ‘matutando’
com meus botões a razão daquilo.
Já adianto que não cheguei à
conclusão alguma. Mas, agora, no fim de tarde, após passar o dia inteiro com
esta frase em minha cabeça, decidi vir aqui ‘devanear’ e tentar transpor um
pouco dos meus pensamentos para o ‘papel’.
[..]
Não trabalho mais na escola. ‘Desvinculei-me’.
Mas, como sou APAIXONADO pelo que faço e possuo um Clube da Leitura, permaneço
indo, no horário do recreio, para realizar leituras, dar uns cheirinhos e
dialogar com os pequenos.
Diariamente, as situações que
vivenciamos são das mais diversas.
Há crianças que participam do
Clube, pois, não tem com quem brincar.
Há crianças que participam do
Clube por serem fascinadas pela leitura.
Há crianças que participam do Clube
por gostarem das minhas dinâmicas e ‘maluquices’ que faço durante a leitura
dramática [o que acontece diariamente, pois, até mesmo para os gibis da TMJ eu
faço leitura dramática! Rs].
Há crianças que participam do
Clube pelos mais diversos motivos. Mas, creio eu, o principal deles é: durante
o recreio, no Clube da Leitura, o afeto é uma constante, todo mundo é igual,
todos estão juntos e unidos em prol de uma atividade prazerosa, sem distinção
de nada.
Não quero dizer aqui que a escola
é um lugar em que o afeto não se faz presente. Mas, talvez, a maneira com que o
afeto é disposto e empregado não seja a mais adequada/atrativa para os
pequenos.
Minha meta diária, ao sair de
casa, é proporcionar alegria e diversão para meus alunos. Fazer com que eles se
sintam amados e compreendidos.
Sei que, para muitos, meus
pensamentos podem soar utópicos e surreais, mas, confesso: eu VIVO para isso!
Para a leitura.
Para as crianças.
Para o crescimento.
Para o
desenvolvimento.
Para o AMOR!
Sei que posso não conseguir mudar
o futuro da humanidade, mas, tentarei ao menos, prover a meus ‘filhos’ um
caminho diferente, cheio de alegria, carinho e, principalmente AMOR. Para que
eles possam ser pessoas melhores no futuro.
Pessoas melhores às da minha
geração e das gerações passadas.
Hoje decidi falar sobre outro assunto pelo qual nutro um
amor sem precedentes: SÉRIES DE TV! ♥
Sim! Elas que tiram nosso sono e nos fazem ficar hoooras
grudados na tela da TV [no meio desse povo].
Tenho um caso de amor antigo com as séries e, confesso:
sempre me ‘atrapalho’ quando preciso definir qual a minha favorita.
Foram tantas ao longo dos anos e todas, cada uma a sua
maneira, mudaram minha vida. De uma maneira ou de outra.
Apresento abaixo 5 séries que considero essenciais para
qualquer ‘sériemaníaco’. Elas não estão dispostas por qualidade, nem em ordem
de classificação, como se fosse um ranking. Até porque eu não conseguiria classifica-las
assim. Cada uma tem suas próprias características e todas são bem distintas uma
das outras. A única coisa semelhante entre elas é a QUALIDADE. Todas as cinco
séries dispostas abaixo são séries que, em minha opinião, podem ser consideradas
EXCELENTES!
Então… vamos lá.
A Sete
Palmos [Six Feet Under]
Os personagens mais problemáticos que você respeita
A meu ver, não há como falar em séries de TV sem citar A
Sete Palmos.
Lembro-me de assisti-la nas madrugadas no SBT [quando ainda não
tinha internet disponível para poder fazer um download e eu não tinha cartão
para comprar o Box, rs] e eu ficava fascinado com as peculiaridades da família
Fisher.
Quando pude enfim ver todos os episódios [pois o SBT era uma
confusão sem fim, nunca tinha dia certo para passar as séries, não sei como
está hoje em dia] cheguei à conclusão de que, definitivamente, A Sete Palmos é
um primor!
No decorrer de suas cinco temporadas, presenciamos conflitos
familiares e questões que permeiam a psique humana, bem como questões
comportamentais e pertinentes da sociedade.
Em A Sete Palmos assuntos como religião, racismo, orientação
sexual, escolhas de vida, conflitos psicológicos e, principalmente, a relação
do homem com a morte são apresentados impecavelmente.
Uma das melhores séries já produzidas, quiçá a melhor de
todas [em minha humilde opinião ela está empatada no primeiro lugar com a série
que vem logo abaixo]. A Sete Palmos é um mergulho profundo nas dimensões
interiores da mente humana.
Elenco excelente. Roteiro estupendo. E, a cereja do bolo, a
família Fisher [cuja trama central norteia a série] é proprietária de uma casa
funerária e, partindo dessa premissa, você consegue imaginar as intempéries que
os personagens passam no decorrer da série.
Todos os personagens são cativantes e é IMPOSSÍVEL você não
se relacionar com algum deles [ou com vários]. Meus dois reflexos na série são:
Claire Fisher e Brenda Chenowith♥.
"Nós carregamos nossas feridas conosco durante toda a vida e, eventualmente, elas nos matam."
[Brenda Chenowith]
Lost
Mr. Locke ♥ Benjamin Linus ♥ Kate ♥ Sayid ♥ Claire ♥ Jack ♥ Jin ♥ Sun ♥ Juliet ♥ Sawyer ♥ Hurley ♥ Desmond
O que dizer sobre Lost?
Difícil falar e explicar sobre o FENÔMENO que Lost foi quando veio ao ar. Só quem acompanhou sabe e
consegue compreender.
O que me incomoda, após tantos anos, é que as pessoas se
prenderam ao final e passaram a esquecer de todo o percurso da jornada de
nossos sobreviventes. MUITAS são as pessoas que não curtiram o desfecho de Lost
e, por essa razão, passaram a ‘falar mal’ da série, como se ela tivesse sido
uma série ruim. Mas, o caso é exatamente o contrário.
Já devo dizer de antemão que eu gostei SIM do desfecho de
Lost. Achei extremamente coerente com a jornada dos personagens e, para mim, fez
todo o sentido.
Em Lost somos apresentados, num episódio piloto ESPETACULAR [e um dos mais caros da
história!], aos sobreviventes do voo Oceanic 815 que, após saírem de Sidney
rumo à Los Angeles sofrem um acidente no ar e é aí que o verdadeiro perrengue
começa.
Presos numa ilha misteriosa, cercada de perigos e das mais adversas
situações, os personagens precisam sobreviver não apenas aos perigos
provenientes da ilha, mas, também aos perigos que vivem dentro de cada um.
Lost é uma PÉROLA
da cultura pop moderna! Eu, como geek/nerd assumido, devo admitir que ela mora
no meu coração e será impossível alguma outra ‘tomar’ seu lugar.
Eu ficava LOUCO e
NEURÓTICO a cada semana. Levantando teorias
e participando de fóruns de discussão acerca dos episódios. Vendo e revendo episódios
à procura de easter eggs [quem até
hoje não se recorda dos nomes dos personagens? Da Iniciativa Dharma? Dos ursos polares? Da escotilha? Do 4 8 15 16 23 42? Do live together
die alone?]… Enfim, Lost foi uma EXPERIÊNCIA
TELEVISIVA. Mudou e moldou os novos parâmetros de se fazer televisão.
E, afirmo, até hoje não surgiu nenhuma outra que conseguiu
mobilizar e mexer tanto com as mentes dos espectadores quanto Lost.
Assista. É a única coisa que posso dizer!
Fique abaixo com o promo mais lindo de todos os tempos:
Pushing Daisies
Sabe quando você encontra uma coisa que te aquece o coração
e te faz viajar e acreditar piamente num mundo surreal? Este é o caso de
Pushing Daisies.
Pushing Daisies é uma série do MESTRE Bryan Fuller [criador
da tão maravilhosa quanto Hannibal] e nos traz uma mistura peculiar de humor
negro e ‘fofura’. Mas, não pense que o termo ‘fofura’ utilizado aqui quer dizer
que a série é daquelas piegas com cara de Disney. Pelo contrário! Em Pushing
Daisies a trama gira em torno de Ned mais conhecido como “The Piemaker”, que,
além de ter excelentes dotes culinários e vender suas tortas em sua confeitaria
[The Pie Hole que morro de vontade de visitar!], possui um dom extraordinário e
extremamente raro: ele é capaz de trazer à vida qualquer criatura morta,
inclusive pessoas! Porém, nem tudo são flores e o dom de Ned, apesar de
fantástico, possui uma limitação? Se ele tocar a criatura novamente ela tem uma
morte definitiva. E, mais ainda: se ele não tocar na criatura novamente dentro
do prazo de um minuto, outra criatura semelhante morre em seu lugar [meio que
para compensar, rs].
Parece estranho, não? Mas não é! O roteiro de Fuller é
escrito magistralmente e a trama se desenvolve de maneira impecável. A ‘fofura’
e o humor negro que apontei inicialmente foram uma mistura mágica e, graças ao
roteiro de Fuller e as excelentes atuações do elenco, tudo se mistura e flui
com muita naturalidade formando, assim, uma série ENCANTADORA e extremamente
ÚNICA. Um daqueles achados que acontecem de anos em anos.
Bizarramente divertida Pushing Daisies nos proporciona situações
surreais, excelentes atuações, uma fotografia MARAVILHOSA e ultra colorida
[que, não sei por que, sempre me faz lembrar Amélie Poulain] e um drama central
capaz de fazer seus olhos lacrimejarem [seja de risadas ou de choro mesmo].
A história de Ned é daquelas que fascinam desde o primeiro
contato.
*Destaque para Olive Snook, interpretada pela excepcional Kristin Chenoweth, que, sem dúvidas, é minha personagem favorita da série! Olive nutre um amor por Ned, amor esse que não é correspondido.
O ponto negativo aqui é que a série foi bem curtinha, apenas
duas temporadas [totalizando 22 episódios], mas, vez ou outra surgem boatos de
que acontecerá um filme sobre ela…basta cruzar os dedos e esperar!
Vem chorar:
Breaking Bad
A série mais bem avaliada da TV.
Com 99% de aceitação da crítica a série, considerada a
melhor série dramática de todos os tempos, nos apresenta a história de Walter
White, um professor de química que trabalha numa escola pública e, como seu
salário não é o suficiente para pagar as contas e prover para sua família
[possui um filho e uma esposa grávida], Walt também faz ‘bico’ numa lavadora de
carros.
Você já ouviu aquela frase: “nada é tão ruim que não possa
piorar”? Então, é exatamente esta a premissa de Breaking Bad.
Beirando os 50 anos, Walter é diagnosticado com câncer no
pulmão. Com estimativa de, no máximo, seis meses de vida.
Sem expectativa de vida, sem dinheiro, sem poupança e com os
bolsos completamente vazios, Walter se pega pensando em o que fazer para suprir
as necessidades de sua família, bem como a segurança de seus filhos e sua
esposa.
E, neste beco sem saída, uma sucessão de eventos
descontrolados se desencarrilham na vida de Walter, tudo intrincado e muito bem
amarrado pelo FRENÉTICO roteiro [que, admito, beira a perfeição].
De professor de química à senhor do tráfico, a história de
Walter White é daquelas que te fazem perguntar: e se fosse eu no lugar dele, o
que faria?
TODOS os episódios de Breaking Bad são excelentes. Ponto. Nenhum
é mediano ou fraco. Todos são SUBLIMES.
Daquelas que levantam questionamentos, Breaking Bad é uma
série VISCERAL. Um soco no estômago.
Game of Thrones
Entre todas as séries da atualidade, talvez seja a que mais
se aproxima do fenômeno que foi Lost.
Game of Thrones é conhecida por todos. Amada por muitos. Odiada
por outros. É indiscutível que a trama de David & Dan é um MARCO na cultura
pop atual.
E isso é visível nas semanas em que os episódios vão ao ar. Seja
pelos fãs loucos aguardando os episódios para, assim que terminar de
assisti-los iniciarem debates e a profusão de spoilers pela web, seja pelos que não assistem, mas que, mesmo
assim, se dão ao ‘trabalho’ de ir comentar e falar mal sobre os posts sobre
Game of Thrones. Todo ano é a mesma coisa: gente reclamando de spoiler, gente comentando o episódio e
gente reclamando sobre quem assiste os episódios. rs Costumo dizer que Game of
Thrones é tão boa, mas tão boa que até quem não assiste não resiste ficar sem
falar sobre ela!
A trama se passa em Westeros e conta a história da algumas
famílias e seus conflitos. Sejam eles culturais políticos e/ou pessoais. Essas famílias
são dividas em casas e existem as mais importantes, bem como as de menor grau de
importância.
Em Westeros as estações possuem durações variadas, podendo,
às vezes, uma estação durar longos anos. E, é a partir daí que Game of Thrones
se desdobra: o inverno está chegando e, com ele, as ameaças. As famílias do
norte são temerosas ao inverno e buscam maneiras de sobreviver às intempéries
causadas por ele, enquanto as famílias do sul [onde se encontra a capital do
reino, Porto Real] são descrentes em relação às supostas ameaças provenientes
da chegada do inverno.
É um pouco complicado tentar explicar Game of Thrones, pois,
a série traz inúmeras tramas e subtramas e são diversos personagens, um mais
complexo que o outro [o que enriquece a história e faz da série ser o que ela é].
Não conseguiria mesmo se quisesse, explicar a trama inteira aqui, mas, o que
vale dizer, é: assista você não irá se arrepender!
A série é MUITO BEM produzida. Os detalhes são minuciosos
[tanto em figurino, quanto nos cenários, locações, efeitos especiais…é tudo
feito com um PRIMOR cinematográfico, qualidade HBO]. Mas, não são apenas esses
fatores ‘técnicos’ e visuais que fazem dela uma série de qualidade. Como é de
conhecimento geral Game of Thrones é baseada nas obras de George R. R. Martin,
nos livros As Crônicas de Gelo e Fogo [amo e quero o sexto livro o mais rápido
possível!]. Por se tratar de uma ADAPTAÇÃO, a série não eé extremamente fiel
aos livros [o que seria impossível de se fazer, tendo em vista que os livros são
enormes e a gama de personagens presentes neles é gigantesca], mas, nada disso
tira o brilho da série. David e Dan, bem como seus roteiristas, conseguiram
adaptar a obra de Martin magistralmente. O roteiro é muito bem escrito [às
vezes uma cena ou outra poderiam ser deixadas de lado, mas, isso é apenas minha
opinião], as atuações são excelentes e a direção flui magnificamente.
Uma fantasia épica, porém, muito real. Game of Thrones te
faz desejar partir para Westeros. Navegar pela Baía dos Escravos. Atravessar A
Muralha e enfrentar os caminhantes brancos. Ou, quem sabe, montar num dragão e
tomar o que é seu com sangue e fogo.
As atividades que trago hoje são do tipo que TODO e QUALQUER professor precisa ter à sua disposição: atividades para tempo ocioso.
Sabe aquele tipo de aluno que termina as tarefas de sala muito rápido e com muita facilidade e, assim que termina, quer começar a conversar com os colegas que ainda estão cumprindo suas atividades? Então, os arquivos que trouxe hoje são uma boa pedida para esses alunos.
As atividades compartilhadas hoje são simples, porém, servem para revisar alguns conteúdos e, também, ocupar o tempo vago [como o momento de espera da correção das atividades de fixação e/ou minutos vagos antes de tocar o sinal e/ou passatempo para diversão e/ou atividade de casa... Enfim, são inúmeras as funções para esse tipo de atividade e cabe ao professor fazer bom uso delas, de acordo com seus alunos e suas dinâmicas de sala de aula.
Eu, particularmente, sempre tenho algumas à minha disposição, para fazer uso quando necessário. Caça-palavras, cruzadinhas, complete as palavras... Sempre são uma boa saída para aquele tempo reduzido em que não é possível se aprofundar muito em algum conteúdo ou aplicar atividades de fixação, mas, mesmo sendo reduzido, dá margem ao ócio e a "bagunça" por parte dos alunos inquietos.
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Educador e professor apaixonado pela Educação, por Literatura e, principalmente, por seus alunos. Prêmio Educador Nota 10 - 2024 e Global Teacher Prize - 2025. Tendo como missão e paixão fomentar nas pessoas a paixão pelo universo das palavras, estimulando o gosto pela leitura e semeando afeto, propagando ações culturais que realizarão mudanças positivas na vida das pessoas, tendo como principal fundamento a afetividade, fundou um Espaço de Leitura em sua casa, denominado de “Confabulando”.